quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

O sim e o regredir, ou não.

E finalmente abrira quando "sim" se tornou meu, quando a permissão, agora reconhecida pela mãe, começou a engatinhar
Tinha medo de lhe viciar no bico, poderia deixar meu "senso crítico" frouxo ou no minimo dentuço.
E "sim" gostava do voo, apesar da sua maturidade de galinha via os poleiros como um atraso, por isso ninava-o no pé da cancela. Mas ele fazia o que queria, de qualquer forma criava-o como um passarinho manso.


 Júlia Carvalho

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